Quando começou a escrever, o auge da literatura era o modernismo, mas, apesar disso, Cecília foi fortemente influenciada pelo simbolismo.
Em 1992, Cecília casou-se com o pintor Fernando Correia Dias e teve três filhas. Fernando sofria de depressão, então suicidou-se em 1935. Em 1940, Cecília voltou a casar-se, dessa vez com o professor e engenheiro agrônomo Heitor Vinicius da Silveira
Devido ao seu interesse pela educação e sua formação como professora, Cecília fundou a Biblioteca Infantil do Rio de Janeiro. Em função disso, ela escreveu várias obras que enriqueceram a literatura infantil. Essas obras eram marcadas pela musicalidade.
Além de poetisa, Cecília foi jornalista, cronista (fazia crônicas críticas sobre educação e política, principalmente), educadora (formada em pedagogia) e pintura
Cecília manteve-se lúcida e trabalhando até poucos dias antes de morrer. Ela faleceu no dia 9 de novembro de 1964, no Hospital dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro. Ela pediu que seu túmulo fosse simples: apenas sua assinatura e as datas de nascimento e morte em bronze na lápide.
Cecília foi, mas deixou sua herança de grande profissional e mulher. Com seu talento e vocação, conquistou inúmeros prêmios, dentre eles: Prêmio Jabuti de Poesia, pelo livro Solombra (1964) e Prêmio Machado de Assis" pelo conjunto da obra (1965). Como tradutora, recebeu o Prêmio de Tradução de Obras Teatrais (1962) e o Prêmio Jabuti de Tradução de Obra Literária pelo livro Poesia de Israel (1963).
Aqui você pode encontrar toda a cronologia de Cecília Meireles.
É isso. Cecília foi um exemplo e uma marca para a história literária do nosso país. Espero que vocês tenham curtido o post e tenham aprendido mais sobre sua vida.
Até mais ;)
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